29 de out. de 2010

Alimentação X Atividade Física X Sono

São vários mecanismos que associam a privação do sono ao ganho de peso. Dormir pouco aumenta a síntese de grelina, hormônio que estimula o apetite.

Privar o organismo do repouso noturno adequado provoca, ainda, a elevação dos níveis de cortisol, hormônio do stress. Quando há excesso na produção de cortisol é comum que haja a perda de massa magra - músculos e acumule gordura, principalmente na área abdominal. Além disso, em nível elevado o hormônio do stress induz a busca por alimentos altamente calóricos(frituras, doces...).



Comprometer o repouso noturno leva também a diminuição de duas substâncias (leptina e GH) - hormônio da saciedade.

A leptina é produzida pelas células de gordura e tem como função avisar o cérebro que é a hora de parar de comer.

A falta de GH dificulta a queima de gordura pelo organismo e favorece a perda de massa muscular.

Uma noite de sono em claro, faz com que a pessoa se torne menos ativa fisicamente e desenvolva um fator de risco para o ganho de peso: o sedentarismo. Ou seja, dormir mal engorda e o acúmulo de gordura piora a qualidade do sono, como no caso da apneia.

Fonte: Revista Veja/Outubro

15 de out. de 2010

PLANEJE SUA MENTE ANTES DA DIETA

Não espere o momento ideal para iniciar sua dieta, pois ele não existe. Sempre haverá um motivo aparentemente justificável.




Não adie mais a dieta:

•Deixe o preconceito de lado
Antigamente a palavra dieta estava associada à doença ou obesidade.

Atualmente o termo dieta esta envolvido com um programa alimentar seja com objetivo de manter a saúde, ganhar ou perder peso, tratar doenças, melhorar rendimento no esporte, auxiliar na gestação, no desenvolvimento infantil... Ou seja, todos nos precisamos de uma alimentação adequada.

•Desista da perfeição
O erro da maioria das pessoas é idealizar uma dieta perfeita: “se eu não fizer 100% não vale a pena” ou “se eu deixar de seguir a dieta um dia TUDO deve ser jogado fora”.

Desejar manter uma dieta perfeita só ira estressá-lo e aumentar sua culpa. Aprenda manter o equilíbrio e se isso não ocorrer, não se culpe e nem abandone a dieta.

•Pare de culpar o tempo
A falta de tempo já virou um problema crônico entre as pessoas, percebe-se que se gasta pouco tempo com a saúde.

A verdade é que sempre arrumamos tempo para aquilo que gostamos e o que comemos é muito importante para a nossa saúde.

•Saiba se divertir
Comer é uma delicia e alem disso tem um fundo social e de prazer muito grande.

Uma dieta não sobrevive de sacrifícios por um longo tempo, por isso se concentre no que pode comer e pare de se lamentar por aquilo que deve evitar.

Seja criativo e aproveite o que de melhor cada alimento pode proporcionar.

•Não sabote
Temos uma queda por sabotar nossos planos e nos auto-enganar.

Se você tem um objetivo concentre-se nele e vá ate o final.

Amanda Galletti

8 de out. de 2010

A alimentação e O corredor - parte 2

Continuando o tema tratado na semana passada, falaremos de mais problemas que podem ser evitados com uma dieta equilibrada.

4. Lesão Muscular

A fadiga pode ser resultado de danos nas fibras musculares. Caso o esportista não tenha uma dieta rica em antioxidantes, pode aumentar a presença de radicais livres agravando os danos e favorecendo a lesão.

5. Náusea e Vômito

A baixa ingestão de carboidratos causando hipoglicemia, a desidratação e a queda do sódico (hiponatremia) durante a corrida pelo suor podem ser evitadas em provas longas com a alimentação adequada.

O treinamento esta diretamente ligado com o resultado, porém a alimentação permite que tenha mais disposição e melhor potencial.

Os benefícios trazidos com a alimentação planejada são:

•Garantir disposição;
•Melhorar a composição corporal;
•Fonte de energia disponível para os treinos;
•Conhecimento dos alimentos, incluindo os que auxiliam no treinamento e evitando os que possam atrapalhar;
•Prevenir mal-estar, lesão e baixa imunidade;
•Suprir as necessidades nutricionais, para ter sucesso nos treinamentos;
•Garantir benefícios na corrida e na saúde como um todo, melhorando disposição, humor e autoestima.

30 de set. de 2010

A alimentação e O corredor

A nutrição não é importante só para o corredor mais também para qualquer esportista, digo mais para qualquer ser humano.

Com a atividade física há uma maior necessidade, preparando o corpo para o treino e o auxiliando no processo de recuperação.




Vamos tratar nessa e na semana seguinte de problemas que podem ser evitados com a adequação da dieta:

1.Cansaço e falta de concentrarão

O treino aumenta a necessidade calórica e de nutrientes. Se a dieta não for variada ou houver longos períodos em jejum pode ocorrer hipoglicemia (queda no nível de glicose sanguínea), deficiência nutricional ou difícil recuperação pós treino.

Resultando em cansaço, queda na concentração/raciocínio lento...

2.Deficiência no sistema imunológico

Uma alimentação insuficiente pode antecipar efeitos negativos, comum com o aumento de intensidade no exercício, como maior chance de infecções dentre elas nas vias respiratórias.

A boa alimentação pode proteger o sistema imune evitando que este fique “sobrecarregado”.

3.Perda de massa muscular

A corrida é um dos esportes que mais promove a perda/queima de gordura. Porém se a oferta alimentar não for suficiente/adequada pode haver degradação muscular. Perdendo músculo e não gordura.

As proteínas do músculo durante a corrida são quebradas para promover energia na forma de aminoácidos. A dieta equilibrada é essencial para existir a síntese de proteínas nos músculos.

20 de ago. de 2010

O consumo de castanhas, nozes e amêndoas

As castanhas deixaram de serem somente petiscos na festa de fim de ano, passaram a ser recomendação diária de uma dieta equilibrada, isso porque, são ricas em gordura do bem (chamada de gorduras monoinsaturadas). Responsável por varrer as moléculas de colesterol das artérias e nos proteger de infarto e derrame, só devemos ter cuidado com a quantidade ingerida.

As gorduras encontradas nelas costumam ter digestão lenta, ou seja, aumenta a sensação de saciedade. Outra vantagem é que são ricas em substancias que combatem os radicais livres que se formam naturalmente ao longo da vida e provocam o envelhecimento das células.



Kit de consumo:

1-Castanha-do-pará

Também chamada pelo nome de Castanha-do-Brasil, rica em selênio, participa da produção da tireóide, melhora o sistema imunológico e ate reduz o risco de câncer. Seu consumo Maximo deve ser de 400mg, pois, seu excesso pode enfraquecer unhas e cabelo além de deixar o hálito com cheiro de alho.
Quantidade sugerida: 1 unidade

2-Nozes

Elas fornecem boa quantidade de magnésio, mineral indispensável para evitar a fadiga e proteger os ossos.
Seu exagero deve ser evitado, pois são ricas em gorduras, são as que apresentam maior quantidade das poli- insaturadas, que são benéficas desde que não haja exagero.
Quantidade sugerida: 2 unidades

3- Amêndoas

Seu consumo esta relacionado em reduzir o LDL em até 3%. Elas apresentam quantidades consideráveis de vitamina E (alfatocoferol), que é a forma melhor absorvida deste nutriente.
Nem toda a gordura dessa oleaginosa é absorvida pelo organismo isso porque, durante a mastigação, não conseguimos romper todas as paredes das células da amêndoa. Isso leva a suspeita que o alimento teria menos caloria por quantidade ingerida.
Quantidade sugerida: 6 unidades

4- Castanha de Caju

A castanha de caju é a campeã de gordura monoinsaturada, em três unidades encontramos 2g desta gordura.
Ela é rica também em fósforo que auxilia na prevenção da osteoporose, e potássio, importante para equilibrar o ritmo dos batimentos cardíacos.
Quantidade sugerida: 3 unidades

Ingerir diariamente este combinado de oleaginosas também fornece ao organismo quantidades relevantes de proteínas e fibras. Mais atenção, pois elas não são fontes legítimas desses nutrientes, portanto jamais poderão substituir carnes, frutas e hortaliças nesses quesitos.

O armazenamento ideal são guardá-las em um recipiente fechado e de preferência na geladeira, evitando assim o processo de oxidação, quando isso acontece o sabor é alterado (rançoso).

Importante lembrar que a indústria costuma acrescentar sal a esses produtos vendidos como aperitivos. O sódio é uma verdadeira bomba contra as artérias e nos, brasileiros já o ingerimos além da conta.

Opções de uso:

No bolo, pão ou torta, picar e incluir na própria massa durante o preparo. Porem com o processo de cocção perde-se as vitaminas e gorduras. Ou seja, nesse caso seu uso prioriza o sabor e não os nutrientes.

No café da manha experiente misturar as nozes e castanhas ao cereal matinal ou salpicar sobre a salada, sem cozinhar é a melhor maneira que aproveitar suas propriedades.

12 de ago. de 2010

Diet X Light



Alimento Diet/Zero: para estar nessa categoria o alimento deve ser isento de algum nutriente específico (açúcar, gordura, sódio...).
Por exemplo, alimento isento de açúcar, no caso do refrigerante ou da gelatina diet.

Alimento Light: para estar nessa categoria o alimento deve apresentar redução de no mínimo 25% do valor calórico/nutriente comparado ao convencional.

Portanto a diferença entre o alimento diet e light esta na quantidade permitida de nutriente, enquanto o diet deve ser isento, o light deve apresentar uma redução de no mínimo 25% de nutrientes ou calorias em relação ao produto convencional.

E ainda um alimento considerado diet pode ser também light, como é o caso do iogurte desnatado, que é diet quando se refere aos lipídeos e light referente às calorias.

Muitas vezes não vale à pena fazer a opção por esses grupos de alimentos, pois para conferir o sabor e as mesmas características do convencional, é adicionado uma maior quantidade de gordura, sódio ou outro componente, podendo comprometer a saúde do consumidor quando ingerido em excesso.

6 de ago. de 2010

Epidemia Salgada

Nosso organismo foi projetado para viver com quantidades mínimas de sal. Cerca de 25%da população encontra dificuldade para eliminar o excesso de sal que ingerem, devido a retenção, podendo desenvolver hipertensão crônica e ate ataque do coração e derrame cerebral.

O consumo per capita de sódio no nosso país chega a 12g/dia e essa quantidade não deveria ultrapassar 5g/dia para uma população sadia.
O sal é importante para o nosso organismo, porém não devemos abusar dele.



Parece fácil mais o sal esta por toda a parte principalmente em produtos industrializados, onde além de ingrediente básico ele também tem funções nas características como textura, sabor e durabilidade.
A indústria não é a principal responsável, a maior responsabilidade cabe ao nosso paladar, a indústria só responde ao desejo humano.

Pesquisa realizada pela USP mostra que 76% do sódio que ingerimos vêm do sal que nós mesmos colocamos no alimento, apenas 15,8% vem dos alimentos industrializados.

A preocupação em salgar menos esta se tornando tão presente e preocupante quanto ao controle de açúcar e gordura em nossa dieta usual.